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Comitê contribui com Plano de Contingenciamento para crise do coronavírus

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Visando o momento presente e os possíveis cenários para a retomada das atividades presenciais no futuro, o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus dará sua contribuição para a construção do Plano de Contingenciamento da UFOP. Decisão neste sentido foi tomada em reunião remota do grupo realizada quinta-feira, 27, com a reitora Cláudia Marliére, que apresentou a demanda.
 
Num primeiro momento, o grupo fará uma compilação de todos os protocolos produzidos até agora, a partir de demandas específicas, em consonância com os trabalhos em curso desenvolvidos por outros grupos, de forma a garantir uma ação intersetorial, ponto básico para qualquer plano de contingenciamento.
 
As ações do subcomitê dos Restaurantes Universitários (RUs), que devem ser integradas ao Plano de Contingenciamento, também estiveram na pauta de discussão da reunião desta quinta-feira. Os trabalhos, realizados em parceria com o Comitê de Enfrentamento, estão direcionados à construção de protocolos de biosssegurança para o setor que mais concentra pessoal, depois das salas de aula. Está sendo estudada toda a cadeia que envolve o sistema, desde o recebimento dos alimentos, serviços de cozinha, até a distribuição das refeições. De acordo com análise do Comitê, trata-se de um processo complexo, cujas medidas se configurarão a partir do cenário da retomada das atividades presenciais, em data ainda não definida.
 
PAINEL COVID-19 - Confira os dados de RT e média móvel do estado de Minas Gerais e dos 20 municípios  onde residem cerca de 70% dos discentes da UFOP. A média móvel é calculada de acordo com a ponderação do registro de casos durante uma semana, fazendo com que a curva de progressão seja vista de forma mais regular, sem o impacto da baixa notificação dos fins de semana e do consequente acúmulo nas segundas-feiras. 
 
A taxa de transmissão, conhecida como R0 (erre zero), indica quantas pessoas cada indivíduo pode infectar, em média. Nesse caso, os indicadores menores que 1 demonstram uma tendência de queda da contaminação; entre 1 e 1,2 indicam uma condição exponencial intermediária (amarela); e acima de 1,2, uma condição exponencial alta (vermelha). Quando essa taxa é vista ao longo do tempo, recebe a denominação de RT.
 
As outras três taxas são comparativos numéricos de referência: a de letalidade expressa a razão da quantidade de óbitos com os casos confirmados (em %), a de mortalidade é a divisão dos óbitos em relação à população do município (por grupo de 100 mil habitantes) e a de incidência é obtida da relação entre os casos e a população (por grupo de 100 mil habitantes).
 
Confira os números:
 
 

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