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Comitê decide pelo critério socioeconômico em novas moradias de Ouro Preto

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Monique Torquetti
Com: 
Lígia Souza

A decisão foi tomada em reunião do Comitê Permanente de Moradia (Copeme), na última quinta-feira (07), que teve como ponto de pauta o debate sobre o sistema de gestão das novas moradias estudantis que estão sendo construídas em Ouro Preto.  Agora, o Copeme irá discutir como o critério socioeconômico será implantado e posteriormente a decisão será encaminhada ao Conselho Universitário.

Essa questão vem sendo discutida desde que as atividades do Comitê foram retomadas, em 2015, em diversas reuniões. Com a opção pelo critério socioeconômico, o próximo passo é decidir como isso será feito e o regimento dessas casas.

No encontro, realizado no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA), em Mariana, os membros do Comitê levaram suas sugestões. Além disso, órgãos da Universidade, como o Núcleo de Estudos em Diversidade, Gênero e Sociedade (NEDGS-CHICA), vinculado ao Núcleo de Direitos Humanos da Universidade, e organizações de alunos, como o Movimento Socioeconômico Já, levaram suas demandas. No auditório do instituto, mais de cem pessoas acompanharam a discussão.

A pró-reitora adjunta de Assuntos Comunitários e Estudantis (PRACE), em exercício,  Joseane Mendes Teixeira, ressalta a importância dos interessados pelo tema levarem suas propostas aos seus representantes. Os representantes, por sua vez, devem utilizar o espaço para defender tais propostas.

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Íris Jesus
O comitê tem realizado reuniões em Ouro Preto e em Mariana.

O Comitê se encontra novamente no dia 19 de julho, em local a ser definido. Quando finalizadas as discussões, as propostas do Copeme serão encaminhadas ao Conselho Universitário (CUNI). O documento com a compilação de todas as reivindicações e sugestões sobre o modelo de gestão das novas moradias de Ouro Preto será publicado no site da PRACE (área do Copeme), para que toda a comunidade tenha acesso. Caso não ocorra um consenso, o Copeme irá reunir as propostas e encaminhá-las ao CUNI. 

OBJETIVOS - O objetivo do Copeme é reunir e ouvir, de forma democrática, representantes administrativos e discentes para que as decisões possam ser esclarecidas, levando em conta a diversidade de sujeitos que compõem a Instituição. Os indivíduos que se identificam com alguma organização devem levar suas demandas e sugestões às representações e, posteriormente, ao Copeme. “No ano passado, após várias reuniões com os representantes, tivemos uma conquista muito importante, que foi a consolidação de um novo regimento das repúblicas federais de Mariana - Resolução 1775 do CUNI -, construído com os estudantes de forma participativa. Isso é o Copeme”, conta Leandro Andrade, psicólogo da PRACE.

A organização conta com a participação de seis representantes da Administração Central indicados pelo reitor, sendo dois da PRACE, um da Pró-reitoria de Administração (PROAD), um da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento (PROPLAD), um do Núcleo de Educação Inclusiva (NEI), que representa a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), e um da Prefeitura do Campus (PRECAM). O comitê conta também com representantes das repúblicas federais e particulares de Ouro Preto e Mariana, de alojamentos, discentes de João Monlevade e de pós-graduação.

O COPEME - Tem a finalidade de assessorar a Administração Central nas discussões sobre questões referentes à moradia estudantil que dependem de um diálogo mais aprofundado com profissionais de outros setores e representações da Universidade. O comitê retornou às atividades em 2014, com o objetivo de debater o modelo que seria adotado nas moradias que estavam sendo construídas em Mariana. Agora, as discussões giram em torno das novas casas que estão sendo construídas em Ouro Preto. As reuniões foram retomadas em 2015, a partir de uma reivindicação do DCE.

Segundo Andrade, todas as questões relacionadas às moradias estudantis necessitam de uma equipe diversificada para dialogar. "Quando pensamos em administração de uma moradia estudantil, há vários setores envolvidos. A PRACE organiza a seleção dos moradores e os acompanha, a PRECAM organiza o fluxo ligado à infraestrutura e a PROPLAD avalia os custos de manutenção e o orçamento. Junta-se a isso a importância da presença dos próprios moradores com a vivência cotidiana", explic

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