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Obras promovem melhorias e acessibilidade nos campi da UFOP

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Íris Jesus

A construção das passagens elevadas para pedestres e cadeirantes, no campus Morro do Cruzeiro, em Ouro Preto, faz parte de um projeto que promove a acessibilidade nos campi da UFOP. A obra, iniciada em dezembro de 2016, foi licitada em 2012, mas, na época, acabou sendo adiada por limitações financeiras.

As passagens cumprem a função de acessibilidade para pedestres e deficientes físicos pois, nelas, o nível de altura entre a faixa de pedestres e a calçada é igualado. Com a faixa elevada, a velocidade dos carros também é reduzida, o que garante maior segurança aos pedestres. 

Segundo o prefeito do campus universitário, Edmundo Dantas Gonçalves, além da construção das passagens no campus Ouro Preto, há outras obras sendo executadas no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA), em Mariana, e no Instituto de Ciências Exatas Aplicadas (ICEA), em João Monlevade. 

Todas as obras fazem parte do projeto de acessibilidade externa dos três campi e incluem "colocação de piso podotátil — que facilita a locomoção de pessoas com deficiência visual —, adequação de rampas em lugares com degrau, colocação de corrimão e outras modificações no sentido da acessibilidade", completa Gonçalves. 

Além das construções relacionadas à estrutura, estão previstas placas de identificação para prédios e institutos dos três campi. "Ao todo serão 2.674 placas, com texto em relevo e braille, distribuídas em todos os setores da Universidade. Obras como as plataformas elevatórias, ainda não instaladas em todos os institutos, têm previsão de funcionamento até o final de 2017", explica o prefeito do campus. 

A acessibilidade é prioridade para promover um ambiente acadêmico mais igualitário. A nova portaria que assegura mais acesso de alunos com deficiência às moradias estudantis, junto às obras que estão sendo realizadas, trata dessa questão. Segundo a coordenadora do Núcleo de Educação Inclusiva (NEI), Adriene Santanna, a estrutura precisa ser ampliada. “O número de alunos com deficiência tende a aumentar com o passar do tempo e, embora o NEI seja referência ao longo de seus 10 anos de existência, nossa estrutura precisava de melhorias”, assinala. 

MAIS OBRAS - Atualmente, outras reformas vêm sendo executadas, como a da estrutura dos telhados da Escola de Farmácia e da Escola de Direito, Turismo e Museologia (EDTM), do Centro de Educação Aberta e a Distância (CEAD) e do Instituto de Filosofia, Arte e Cultura (IFAC). A readequação da rede de esgoto também está na lista de obras em execução. O projeto prevê que a nova rede aumente a captação de água para evitar alagamentos no Centro de Saúde.

Os projetos que envolvem a execução de obras na Universidade são definidos pela agenda da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento (PROPLAD) e executados a partir de licitações aprovadas.

PATRIMÔNIO HISTÓRICO - Em  lugares tombados, como é o caso do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) e do Instituto de Filosofia, Arte e Cultura (IFAC), as obras de construção e manutenção funcionam de outra maneira. Nesses casos, as intervenções estruturais não dependem somente da Universidade, mas precisam de aprovação e autorização de outras entidades como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Ministério Público e as Prefeituras das cidades. 

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