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Simpósio discute uso medicinal da cannabis na saúde mental

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Arquivo pessoal

Em parceria com o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) e o Instituto Douglas - Québec/Canadá, a Escola de Medicina (EMED) promoveu o Simpósio Cannabis e Saúde Mental: uma melhor compreensão para uma melhor intervenção. O evento reuniu professores, alunos e representantes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Mariana e de Ouro Preto no auditório do ICHS, na última quinta (7).

Coordenado pela professora Eloísa Lima, da EMED, o evento aconteceu com o objetivo de integrar diferentes campos disciplinares, visando fomentar reflexão sobre a formação em saúde mental e a prática assistencial, promovendo, assim, intercâmbio entre membros da comunidade acadêmica, pesquisadores, profissionais de saúde, educação e comunidade interessada. 

Na programação, estavam previstos debates e mesas-redondas com o Instituto canadense Douglas, onde o professor da EMED, Francisco Moura, coorganizador do evento, atualmente faz pós-doutorado. Os participantes do norte apresentariam, em transmissão ao vivo, suas pesquisas recentes sobre o uso medicinal da cannabis no tratamento de doenças mentais, no entanto, falhas com a tradução simultânea e com a rede de internet em Mariana impediram a exibição das mesas do instituto canadense. 

Os imprevistos técnicos, entretanto, não impediram a discussão acerca do assunto. Uma roda de conversa entre os participantes, mediada pela professora Eloísa Lima e pela psicanalista e diretora do ICHS, Margareth Diniz, suscitaram a importância de debater sobre o uso medicinal da cannabis sem apelar a moralismos e discursos punitivistas. 

Participantes compartilharam experiências pessoais e acadêmicas sobre a temática, trazendo à tona os desafios enfrentados na pesquisa e, sobretudo,  na prática, quando se trata da discussão sobre o uso de drogas ilícitas. "Acho importante [falar sobre o uso medicinal das drogas] tanto do ponto de vista da atenção médica, quanto do ponto de vista da atenção psicossocial e jurídica (...) É uma discussão que está em pauta no nosso país e que precisa de mais compreensão, mais clareza. Reduzir preconceitos, buscar o conhecimento científico para nos esclarecer, essa é a nossa proposta", argumenta a professora Eloísa Lima.  

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