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Projeto Eletrocoleta traz ação socioambiental para UFOP

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Campus Morro do Cruzeiro recebe hoje (21) um novo projeto socioambiental: a Eletrocoleta. Organizado pelo Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Ambiental e pela empresa Chagas Soluções em Destinação de Resíduos, o projeto tem como meta coletar e descartar corretamente resíduos eletroeletrônicos (REEs) em Ouro Preto.

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Daniel Tulher
Prof.José Francisco e a petiana Letícia Guimarães recebem contêiner na EM
 

A proposta começou a ganhar forma após uma parceria do PET Ambiental com a empresa de Marbe Chagas, concomitante ao recebimento de três contêineres doados pela UFOP. Como não há financiamento, a doação e a parceria representaram uma conquista para o grupo, que é coordenado pelo professor José Francisco do Prado Filho. 

A ideia da Eletrocoleta partiu de Prado, que conheceu um projeto similar no Sul do país. Elaborada pelos alunos e ex-alunos do PET e da Engenharia Ambiental, a coleta será aplicada em três locais: na Escola de Minas (EM), no Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (ICEB) e no Restaurante Universitário (RU). A instalação do contêiner da EM foi realizada hoje e, na próxima semana, serão instalados os do ICEB e do RU. 

Um adesivo informativo será fixado aos contêineres e indicará quais tipos de eletroeletrônicos poderão ser descartados.

COLETA SUSTENTÁVEL - Segundo Camilla Paiva, membra do PET Ambiental, o projeto é inédito na UFOP e será constantemente monitorado. Ela acredita que a comunidade ouro-pretana participará da coleta pela facilidade ao acesso. Em Ouro Preto, há apenas um ponto (Ecoponto) onde são recolhidos os REEs. A Prefeitura possui o serviço de coleta seletiva, mas não recolhe esse tipo de resíduo.

A maioria das coletas de REEs na cidade é feita pela Chagas Soluções em Destinação de Resíduos, que será a responsável por transportar os materiais dos três contêineres do campus para o local de descarte adequado. A empresa é licenciada e reaproveita economicamente as peças retiradas dos aparelhos. "A ideia do projeto é criar a consciência de que aquilo não é um lixo, é um resíduo, e um resíduo pode ser coprocessado, reutilizado e deve ser destinado corretamente", argumenta Paiva.

A duração do projeto depende de como ele se desenvolverá a partir da atuação da comunidade no descarte. 

AÇÃO SOCIOAMBIENTAL - Se descartados incorretamente, os REEs são responsáveis pela poluição de solos e lençóis freáticos. O objetivo da Eletrocoleta é garantir uma consciência coletiva sobre esses impactos ambientais e a importância do descarte, reaproveitamento e reciclagem desses materiais. 

Na quinta-feira (27), o PET Ambiental exibirá um documentário sobre os REEs e apresentará a Eletrocoleta, além de abrir um debate sobre o assunto. O evento acontecerá no auditório da EM, às 20h.

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